Você já reparou que seu filho de 2 ou 3 anos prefere ficar com o tablet na mão em vez de conversar com você? Ou que ele repete frases inteiras de desenhos animados, mas não consegue formar uma frase simples para pedir algo? Essa cena, tão comum nas casas brasileiras em 2026, não é só “coisa de criança” ou “fase”.